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quarta-feira, maio 14, 2008

Parto Orgásmico

Mostra paralela ao Festival Caminhos do Cinema Português
Entrada grátis

Esta mostra de filmes sobre a experiência do parto vai buscar o seu título a um dos filmes em exibição. Serão apresentados filmes dos Países Baixos, EUA, Rússia, Guatemala, México, Argentina, Brasil e Espanha. O que os une é a forma como nos apresentam partos naturais em que o poder é restituído à mulher, não sendo este seu ritual de passagem mediado por máquinas ou drogas. As únicas drogas presentes são as hormonas naturais. [“The same pleasurable stimuli triggered during sex, can also be released during birth.” Debra Pascali-Bonaro, em http://www.orgasmicbirth.com/].

Fica o convite para entrar nesta viagem pela intimidade de vários nascimentos e por diferentes modelos de cuidado perinatal, que seguramente o levará a reexaminar a forma como se vive o parto em Portugal.

As sessões de filmes são seguidas de palestras sobre diversos temas à volta da questão do parto e debates.

Local da mostra:

Festival Caminhos do Cinema Português
Mini-auditório do Edifício AAC (Associação Académica de Coimbra)
Rua Padre António Vieira
3000-315 Coimbra

Data e hora da mostra:

De 22 de Maio a 25 de Maio - Das 10h às 13h30

Programa


22 de Maio 10h

Mary Zwart - Abertura oficial da mostra de filmes “Parto Orgásmico”

1. Parir acompanhadas!/Dando à Luz - HumPar/53’’-Argentina/Espanhol/Legenda Português

2. Birth into being: The Russian Waterbirth Experience/ Elena Tonetti-Vladimirova (produtor)/2007[re-edição de Novy Svet, 1999]-28’Russia/Inglês

3. Born in Water: a sacred journey/Jennifer Gallardo & Ana Carpio/2001/33’-Guatemala e EUA/Inglês

INTERVALO – 5 minutos

4. Em posição de escolher!/ Dando à Luz - HumPar/1’13’’-Argentina/Espanhol/Legenda Português

5. De parto/Mariona Ortiz & Anna Masllorens/2006/53’-Espanha/Espanhol

Colóquio 12h/13h30

12h - Ana Raposeira e Cristina da Silva - "O papel da Doula no apoio à maternidade"

12h15 - António Ferreira – “Parto na água em Portugal”


23 Maio 10h

Especial Profissionais de Saúde (mas também para público geral)

6. Por tu bien/Icíar Bollaín/2004/3’-Espanha/Espanhol/Legenda Português

7. An inspired beginning: a film portrait of the Midwifery School Amsterdam/ Roel Van Dalen/1996/48’-Países Baixos/ Holandês/ Legendas: inglês

INTERVALO – 12 minutos

8. Só 3 ou 4 minutos.../ Dando à Luz - HumPar/32’’-Argentina /Espanhol/Legenda Português

9. Gentle Birth Choices/Barbara Harper/1993/46’-EUA/Inglês

Colóquio 12h/13h30

12h - Mary Zwart – “Models of care and EU directives for midwives”

12h30 - António Ferreira – “Parto domiciliar versus parto hospitalar”



24 de Maio 10h

10. Orgasmic Birth/Debra Pascali-Bonaro/2008/87’-EUA/Inglês/ Legendas português

Palestra 12h/13h30 - “Parto e Erotismo” com Ricardo Jones e Zeza Jones



25 de Maio 10h


11. Sem pressa!/ Dando à Luz - HumPar/36’’-Argentina/Espanhol/Legenda Português

12. Grávida!!: Informação sobre gestação e parto em língua gestual holandesa/Anna Hiddinga/2002/53’-Países Baixos/Língua gestual holandesa com legendas em holandês/ tradução directa em português e em língua gestual portuguesa

13. Video in the delivery room/Saskia Van Rees/1999/15’-Países Baixos/Inglês

INTERVALO – 10 minutos

14. Birth Day/Frank Ferrel (produtor)/2007/11’-México/Português (dobrado)

15. Proximidade e Cuidado/Clarissa Campolina & Sérgio Borges/2005/17’-Brasil/Português

Colóquio 12h/13h30

12h/12h30 - Mary Zwart – “Informed choice, informed consent”

12h30/13h30 - Debate Final



Palestrantes

Ana Raposeira, 38 anos, mãe de 2 meninas. Trabalha na área de apoio a famílias desde 2004, como Conselheira de aleitamento materno da linha SOS Amamentação e como Doula de acompanhamento durante a gravidez e o parto. É membro da direcção da Associação Doulas de Portugal e delegada distrital de Leiria da HumPar - Associação Portuguesa pela Humanização do Parto. Participa em palestras, eventos e acções de formação na área da maternidade e amamentação.


António Ferreira, 45 anos. Enfermeiro Especialista em Saúde Materna e Obstétrica. Membro do Comité Nacional para o Aleitamento Materno. Activista da Humanização do Nascimento e parto humanizado, responsável pela área de enfermagem da HumPar.





Cristina da Silva, 32 anos, mãe de 1 menino. Acompanha mulheres na gravidez e parto desde finais de 2006. É membro da direcção da Associação Doulas de Portugal e delegada distrital de Coimbra da HumPar - Associação Portuguesa de Humanização do Parto. É autora do blog "Sobre(viver) a Cesariana"(http://sobcesaria.blogspot.com), colabora no blog da Associação Doulas de Portugal (http://doulasdeportugal.blogspot.com) e modera um fórum de apoio direccionado especialmente para mulheres submetidas à cesariana e grávidas.


Mary Zwart, Parteira desde 1969, formada pela Escola de Parteiras de Amesterdão. Estudos avançados: enfermagem, epidemiologia, formadora de parteiras. Envolvida na reintrodução do modelo de cuidado de parteiras nos EUA, em países da América Latina e em países membros e candidatos a membros da UE. Professora, oradora internacional e autora de inúmeros artigos em publicações e organizações internacionais sobre o modelo de cuidado de parteiras. Membro de KNOV (Organização Real das Parteiras Holandesas), ENCA (European Network of Consumers and Childbirthorganisations), MBFI (MotherBabyfriendly Initiative) e Fórum do Cuidado Primário da UE.

Neusa Berlese Oliveira Jones, Enfª, Enfermeira Obstetra. Filiado à ReHuNa - Rede pela Humanização do Parto e Nascimento. Membro de equipe de parto domiciliar e hospitalar. Enfermeira do Hospital Presidente Vargas - Porto Alegre. Membro da ANDO - Associação Nacional de Doulas. Professora convidada dos cursos de formação de enfermeiras obstetras - ESP/UFRGS - RS.



Ricardo Herbert Jones, MD, Ginecologista - Obstetra - Homeopata. Filiado à ReHuNa - Rede pela Humanização do Parto e Nascimento. Membro da HumPar - Associação Portuguesa pela Humanização do Parto. Consultor da ANDO - Associação Nacional de Doulas. Representante do IMBCO para o Brasil - International Motherbaby Childbirth Organization. Membro do Intituto Jean Bergés de Psicanálise e Medicina. Professor convidado dos cursos de capacitação de doulas da ANDO - Brasil.

segunda-feira, março 24, 2008

Associação de Doulas de Portugal na Praça da Alegria

A Associação Doulas de Portugal vai estar presente na emissão da Praça da Alegria na RTP1, quinta-feira dia 27 de Março e será representada pelas Doulas Bárbara Yu, Cristina Silva e Rosa Maria. O tema será a humanização do nascimento e o papel da Doula na assistência não médica na gravidez e no parto.


P.S. Como a doula Magda Costa do Porto tem disponibilidade de ir vai ela :)

terça-feira, outubro 23, 2007

Novos conceitos de saúde - workshop para técnicos de saúde

Com o patrocínio da Humpar vai realizar-se dia 29 de Outubro no Porto um workshop sobre humanização do parto para médicos e enfermeiros obstetras, parteiras e estudantes de medicina ou enfermagem com Debra Pascali Bonaro, doula e formadora certificada pela DONA International (Doulas Of North America).

Programa do workshop (clique na imagem para aumentar):



O custo do workshop é de 40 euros. Para inscrições ou mais informações, contactar a doula Bárbara Yu ou a Humpar (Associação Portuguesa pela Humanização do Parto).

sábado, outubro 20, 2007

Parto Humanizado

Uma belíssima reflexão de Ricardo Jones, MD pode ser lida aqui.

O Dr. Ricardo Herbert Jones é médico ginecologista, obstetra e homeopata em Porto Alegre, RS, no Brasil, onde já atendeu a mais de 1500 partos em 17 anos de profissão. Adepto do parto natural e um grande entusiasta do parto humanizado, é também um dos líderes mundiais na discussão sobre a melhoria da qualidade no atendimento às parturientes. É membro da Rehuna, consultor médico das Doulas do Brasil e do grupo Amigas do Parto. É também o coordenador para a área médica da HumPar - Associação Portuguesa pela Humanização do Parto e um grande amigo e apoiante das Doulas de Portugal, sendo um valioso participante na lista de discussão. Trabalha há vários anos em parceria com a doula Cristina Balzano e com sua esposa, a enfermeira obstetra Neusa Jones.

quarta-feira, maio 09, 2007

Semana Mundial Pelo Parto Respeitado

Porque toda a mulher tem direito ás suas escolhas informadas sempre e especialmente no acto de parir, realiza-se de 7 a 13 de Maio a “Semana Mundial Pelo Parto Respeitado”.
Para saberem mais visitem o meu outro blog: Sobre(viver) a Cesariana
Aproveito também para vos convidar a visitar outro blog onde contribuo e onde escrevi um pequeno artigo de opinião sobre o mesmo tema. Visitem o blog das Doulas de Portugal


O Alexandre está melhor. Hoje não houve febre, continua com alguma tosse e pieira mas andou bem disposto todo o dia. Está cada vez mais mimalho. Adora, nem consegue evitar a carinha de felicidade e o sorrisinho maroto quando está aconchegado ao meu colo e eu lhe faço (como dizem os brasileiros) um cafoné e se querem saber... nem eu :)

quarta-feira, dezembro 13, 2006

sábado, dezembro 09, 2006

E...

depois da lista de apoio "Sobreviver à Cesariana" criei o blog :)




Convido-vos a visitar. Continuação de bom fim de semana... beijinhos :)

domingo, dezembro 03, 2006

Sobreviver à Cesariana...

Ando já há alguns dias com uma ideia e hoje resolvi colocá-la em prática :). Nada como o Post n.º 200 para vos contar a minha ideia:

Criei um grupo de apoio para mulheres que pariram por cesariana. Este grupo segue a mesma linha de pensamento do forum espanhol "apoyo a cesarias" da organização El parto es nuestro. Intitulei-o:

Sobreviver à Cesariana

Este grupo pretende oferecer apoio psicológico e informativo a mulheres que sofreram uma ou mais cesarianas. No grupo iremos partilhar experiências e informação, quais as indicações para uma cesariana, riscos de uma cesariana para a mãe e para o feto, amamentação após uma cesariana, recuperação pós-parto, parto vaginal após cesariana (VBAC). Mulheres grávidas ou mulheres que pretendam obter mais informação sobre cesarianas serão benvindas.

quinta-feira, novembro 16, 2006

O congresso ...

Consegui recuperar as fotografias, a todos muito obrigada pela ajuda :)
Tenho andado a pensar sobre o que escrever mas nem tenho palavras para descrever o que senti nesses 3 dias. A oxitocina (ou hormona do amor como a initula o Michel Odent) inundou a sala do congresso, foi simplesmente fantástico poder fazer parte de um acontecimento destes, estar no meio de gente que acredita que parir e nascer pode ser maravilhoso...
Conheci gente fantástica, gente de coração bom, gente simpática que luta incansavelmente por um nascimento melhor, gente que apetece trazer para casa. Voltei com mais força e com mais vontade de fazer parte deste caminho e de participar ainda mais avidamente pela humanização do nascimento. Enriqueci a minha biblioteca e trouxe alguns DVD's de nascimentos para mostrar a quem tiver interesse em ver como o nsacimento é algo tão intenso como maravilhoso. Foi fantástico estar com aquelas entidades internacionais, a Naolí Vinaver ( parteira mexicana, uma mulher fabulosa, vulcânica), a Sheila Kitzinger, o Michel Odent, o Ric o "homem de Vidro" e da sua mulher a Zeza (com quem estive depois na formação), poder estar com o casal Torres da HUMPAR os mentores deste congresso e organizadores da formação DONA, da Robbie Davis-Floyd, de ouvir a realidade espanhola através da Francisca Fernandez do "El parto es nuestro", a parteira Mary Zwart e a Barbara Harper, a Debra pascali-Bonaro (formadora da DONA e com quem estive nesta fim de semana que passou) e tantos outros, ver maravilhosos vídeos de partos.... era capaz de ficar aqui a falar sobre o congresso dias... Infelizmente o psicólogo Eduardo Sá não pode vir uma vez que sofreu um acidente dias antes que o deixou impossibilitado de viajar.
Este congresso deu-me ainda mais a certeza que o modo como nascemos marca-nos para o resto das nossas vidas e que para a mãe o momento do parto é precioso é um momento que recordará a vida toda como se do dia anterior se tratasse e por isso é importante que esse momento seja respeitado acima de qualquer coisa, é importante devolver o protagonismo à mulher pois a ela pertence o parto, a sua visão do parto e os seus desejos devem ser respeitados independentemente do tipo de parto. Acima de tudo há que tornar o momento do parto como algo maravilhoso e positivo... estamos longe da realidade de alguns paises mas com a força que temos iremos conseguir :)
Deixo-vos com alguns momentos do congresso:



Fix You (2)
By Coldplay
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sexta-feira, outubro 27, 2006

O papel da Doula

O parto há alguns anos atrás era considerado como um acontecimento de mulheres e para mulheres. As mulheres tinham os seus filhos em casa, rodeadas das mães e/ou irmãs e outras mulheres que lhes prestavam o apoio emocional e físico, parteiras ou “curiosas” . Normalmente as “curiosas” eram mães de muitos filhos que apoiavam as parturientes a fazer nascer os seus bebés. Assim era no tempo de minha avó. Ela teve os filhos, todos em casa e todos foram amamentados até aos 2-3 anos. Nunca teve dúvidas se conseguiria ou não parir, se conseguiria ou não amamentar os seus filhos. Tinha um profundo conhecimento da sua sabedoria interior, conhecia a capacidade inata do seu corpo para a tarefa da maternidade. Entrou em trabalho de parto naturalmente, os trabalhos de parto e partos decorreram sempre sem pressas, sem adição de quaisquer agentes externos no seu corpo, tudo decorreu a seu tempo e ao sabor da vontade do corpo dela e do corpo dos seus bebés.

A transferência dos partos de casa para o hospital fez com que este cenário passasse a ser vivido apenas por uma pequena percentagem de mulheres. Para a grande maioria das mulheres o parto é visto como algo a suportar para “merecer” o prémio final que é ter um filho.

A sociedade moderna tratou de entranhar na mente da mulher que ela não é capaz de parir sozinha uma vez que o seu corpo não é perfeito e como tal deve submeter-se às rotinas hospitalares que, salvo raríssimas excepções, não trazem mais-valias para ela ou para o seu bebé, rotinas essas em que os profissionais de saúde acreditam profundamente para o parto ter um final feliz.

A sociedade tratou de afastar as mulheres da sua sabedoria interior. Os cenários de partos em intimidade e privacidade foram substituídos por salas estéreis e frias e por vozes de comando sobre o que a mulher deve ou não pode fazer durante o seu trabalho de parto e parto. O suporte emocional passou a ser quase inexistente com a transferência dos partos de casa para os hospitais.

Na década de 1970, John Kennell e Marshall Klauss realizaram um estudo em que provaram, através de seis experiências clínicas controladas, que a presença de uma pessoa de apoio ao parto, do sexo feminino, encurta o tempo do primeiro parto numa média de duas horas, diminui a hipótese de cesariana em 50 por cento, parto com fórceps em 40 por cento, diminui a necessidade de medicação para as dores e anestesia epidural em 60 por cento, ajuda o pai a participar com confiança e aumenta o sucesso na amamentação. [1] [3] [4]

Para designar as mulheres que sem aptidão profissional prestavam apoio no parto, no estudo efectuado por John Kennell e Marshall Klauss foi usado o termo doula.

A doula sobrepõe-se à frieza do ambiente hospitalar dando apoio emocional na gravidez, parto e pós-parto, escutando as dúvidas, anseios e medos da mulher e do seu companheiro durante o período maravilhoso que é a gestação, o parto e o pós-parto, não os deixando sem resposta, contribuindo para o reforço da confiança da grávida no seu próprio corpo, na sua capacidade inata de parir e amamentar o seu filho, tentando reaproximar a mulher da sua sabedoria interior.

Uma doula é alguém que, com ou sem experiência da maternidade, tem uma grande capacidade de amar o próximo (é principalmente de amor, segurança e confiança que a mulher que está para dar à luz precisa), está consciente da sua sabedoria interior, conhece o poder do corpo feminino, acredita na capacidade inata das mulheres parirem e tem vocação para apoiar outras mulheres nesta maravilhosa etapa que transformará para sempre as suas vidas.

A doula acima de tudo tem que saber escutar as necessidades da mulher grávida, procurando saber o que ela pretende com a sua gravidez e as suas expectativas em relação ao parto. Uma doula é uma amiga, alguém que independente das suas convicções presta apoio e aconselhamento sem nunca dizer não deves ou não podes mas apresentando informações de modo a apoiar nas opções que a grávida/casal queira tomar. A doula é alguém que sabe o que a mulher que está a parir quer ou precisa sem recurso a palavras. Ela tem um profundo conhecimento da mulher que acompanha, conhecimento este que vai adquirindo ao longo dos encontros que tem com ela e/ou com o seu companheiro durante a gravidez. A doula é uma mulher discreta no cenário do parto, é uma mulher que não interfere no processo de nascimento, não observa, está ali como uma mãe que presta apoio a um filho, está ali para satisfazer as necessidades básicas da mulher em trabalho de parto. A Doula não faz qualquer tipo de procedimento médico e portanto não substitui qualquer dos profissionais envolvidos na assistência ao parto.

A doula entra no espaço de uma parturiente, reage prontamente e está consciente das suas necessidades, disposição alterações e sentimentos calados. Não necessita de controlar nem abafar. Todas as grávidas deviam ter os benefícios de uma doula. A doula não prejudica o papel do pai do bebé. Realça-o e liberta-o para se dedicar à tarefa tão importante de amar a mãe. [3]

Tal como o Dr. John Kennel disse um dia, se um medicamento tivesse o mesmo efeito de uma doula seria contra a ética não o utilizar. [3]


[1] Apontamentos da Formação de Doulas
[2] Jones,R.(2004), Memórias do Homem de Vidro - Reminiscências de um Obstetra Humanista
[3] Northrup, C.(2000), Corpo de Mulher Sabedoria de Mulher
[4] Odent, M.(2005), A Cesariana, Operação de Salvamento ou Indústria do Nascimento?
[5] http://www.doulasdeportugal.org/
[6] http://www.doulas.com.br/
[7] http://www.dona.org/
[8] www.doulas.info/publi.php
[9] http://www.paramanadoula.com/doula.php




Gorecki
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sábado, setembro 09, 2006

I Congresso Internacional de Humanização do Nascimento

Vai realizar-se nos dias 3, 4 e 5 de Novembro de 2006 o I Congresso Internacional de Humanização do Nascimento no Instituto Jean Piaget, em Almada. Para mais informações consultem o site da Humpar: www.humpar.org