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segunda-feira, dezembro 11, 2006

O mundo encantado dos Peluches...

Não é no continente ;) é mesmo no quarto do Alexandre.

Hoje quero apresentar-vos o mundo encantado dos peluches do Alexandre:

O melhor "amigo" - o Puti :)

O arqui-inimigo - o Jolie que afinal é um brinquedo da disney e não da Fisher price

da esquerda para a direita: a Doce, o Hipo e o Roger

A Lua

Da esquerda para a direita: o Bunny, o Igor e o Kico

A Piggy e a Estrela

A Tuga que tem luzinhas e música :)

O Guarda Pijama

A Maria

O João

O Quinho

O Mickey

Uma boa Semana cheia de Pensamentos Felizes :)




Accidentally In Love
By Counting Crows
BestAudioCodes.com

sábado, dezembro 09, 2006

E...

depois da lista de apoio "Sobreviver à Cesariana" criei o blog :)




Convido-vos a visitar. Continuação de bom fim de semana... beijinhos :)

quinta-feira, dezembro 07, 2006

Os peluches do Alexandre

O Alexandre tem alguns peluches, a maior parte oferecidos e alguns que lhe comprei, um ainda antes de ele nascer, uma linda tartaruga da NUK que quando se puxa um cordel começa a tocar uma linda música de embalar enquanto leds vermelhos que existem distribuidos pelo corpo acendem e apagam e mais 2 ou 3 que comprei à instituições de caridade nas suas campanhas pelos hipermercados.
Ele quase nem liga à maior parte deles, excepto 2, um que ele adora e outra que ele nem sequer pode ver, que lhe causa imensa repulsa e chega até a chorar se o ligamos.
O que ele adora é o Puti (um winnie de pooh que lhe ofereceram no aniversário), agarra-o, encosta-o ao pescocinho, abraça-o, chama e procura por ele, brinca com ele, dá-lhe miminhos, é tão bom vê-lo a interagir com o Puti, é mesmo. Trata-o com muito mimo e carinho, olha para nós e depois sorri com aquele olhar dele tão sedutor e diz Puti, conversa com ele em Alexandrês... é um espectáculo!
O que ele destesta é o Jolie (um boneco da fisher price) que acende a cabeça e toca músicas de embalar com sons da natureza. Basta começar a ouvir a música ou se simplesmente acendemos a cabeça do boneco (que supostamente serve para deixar o quarto com alguma luz) faz logo beicinho e se não desligarmos logo o dito começa a chorar, não percebo porquê... arrumei o boneco, claro está. Alguém com alguma experiência parecida?

Desejo-vos um fim de semana fantástico!

domingo, dezembro 03, 2006

Sobreviver à Cesariana...

Ando já há alguns dias com uma ideia e hoje resolvi colocá-la em prática :). Nada como o Post n.º 200 para vos contar a minha ideia:

Criei um grupo de apoio para mulheres que pariram por cesariana. Este grupo segue a mesma linha de pensamento do forum espanhol "apoyo a cesarias" da organização El parto es nuestro. Intitulei-o:

Sobreviver à Cesariana

Este grupo pretende oferecer apoio psicológico e informativo a mulheres que sofreram uma ou mais cesarianas. No grupo iremos partilhar experiências e informação, quais as indicações para uma cesariana, riscos de uma cesariana para a mãe e para o feto, amamentação após uma cesariana, recuperação pós-parto, parto vaginal após cesariana (VBAC). Mulheres grávidas ou mulheres que pretendam obter mais informação sobre cesarianas serão benvindas.

quarta-feira, novembro 29, 2006

Estou...

perdidamente apaixonada pelos meus amores... É tão bom, tão bom adormecer junto a eles, sentir o calor deles juntinho a mim, a respiração, o cheiro, o cantar do meu filho quando está a adormecer mas tenta ficar acordado. Sou tão afortunada, feliz, por estar rodeada de tanto amor...

Continuo numa de recordar tempos idos (que não foram há tanto tempo assim... mas do Séc. XX hehe!!! ), isto porque descobri umas cassetes (sim na altura usava-se hehe!) que me fizeram recordar muitos bons momentos e alguns bons amigos :).
Deixo-vos com outra das músicas que faziam parte do meu TOP TEN de músicas mais ouvidas durante boa parte dos meus "teens", Adorava ouvir os Mecano em especial esta música :). Se olharem atentamente o vídeo verão a Penélope Cruz quando ela tinha apenas 15 anos...



segunda-feira, novembro 27, 2006

Mais um milagre da vida que acontece...

Vem aí mais um Baguinho!!!!



Já te tinha dito mas nunca é demais dizê-lo novamente :). Muitos parabéns Rita!!! Estou muito muito feliz por vocês. Que essa gravidez seja maravilhosa :)

Ontem...

Ao final do tarde fui dar um passeio de carro até à Tamargueira. Gosto de encostar o carro e ficar a ouvir por uns bons minutos o mar. Gosto de mar revolto, gosto do som das ondas a rebentarem na areia, gosto de sentir a sua força... relaxo e sinto-me bem. Ontem fui com o Alexandre, ficámos os dois a apreciar as ondas do mar de dentro do carro, a ouvir a sua força e a tentar cheirar um pouco de brisa que teimava em não querer dar o ar de sua graça... Fez-me bem estar ali com o meu filho, ontem não estava nos meus dias, às vezes acontece... voltei renovada para casa e tirei um bolo de castanhas que tinha deixado no forno, a lembrar trás-os-montes. Uma delícia...
Hoje o céu está cinzento, está frio e chove e eu sinto-me um pouco como o tempo... tenho saudade de família e amigos, que já partiram ou que moram longe, de muitos cheiros, de muitos sabores... de muita coisa... hoje sinto-me assim, cheia de nostalgia...
Deixo-vos com uma das músicas que marcou os meus "teens" e que ainda hoje adoro ouvir :)
Um boa semana


quinta-feira, novembro 23, 2006

Movimento Internacional Não Deixe o Seu Bebé Chorando !

Recebi isto por email e resolvi partilhar com vocês (é um pouco longo...):


MOVIMENTO INTERNACIONAL NÃO DEIXE O SEU BEBÊ CHORANDO !

Homens e Mulheres, pesquisadores e profissionais de saúde que trabalhamos em distintos campos da vida e do conhecimento, mãe e pais preocupados com o mundo em que nossos filhos e filhas vão crescer, cremos que é muito necessário nos manifestarmos.

Concordamos que é frequente que os bebês de nossa sociedade ocidental chorem, porém não é certo que "seja normal". Os bebês choram sempre por algo que lhes produz mal estar: sono, medo, fome, frio, calor... além disso, da falta de contato físico com sua mãe ou outras pessoas do seu entorno afetivo.

O choro é o único mecanismo que os lactentes tem para nos comunicar sua sensação de mal estar, seja qual for a razão do mesmo; nas suas expectativas, no seu continuum filogenético não está previsto que este choro não seja atendido, pois não tem outro meio de avisar sobre o mal estar que sentem nem podem por si mesmos tomar as medidas resolve-lo.

O corpo do recém nascido está desenhado para ter o seio materno tanto quanto necessita, para sobreviver e para sentir-se bem: alimento, calor, apego; por esta razão não tem noção da espera, já que estando no lugar que lhe corresponde, tem a seu alcance tudo que necessita; o bebê criado no corpo a corpo com a mãe desconhece a sensação de necessidade, de fome, de frio, de solidão, e não chora nunca. Como afirma a norte-americana Jean Liedloff, na sua obra The Continuum Concept, o lugar do bebê não é no berço, na cama, e nem no bebê-conforto, senão no colo materno.

Isto é o melhor durante o primeiro ano de vida; e nos dois primeiros anos de forma quase exclusiva (por isto a antiga famosa "quarentena" das recém paridas). Depois, os colos de outros corpos de familiares podem ser substitutos por alguns momentos. O próprio desenvolvimento do bebê indica o fim do período simbiótico: quando se chega a determinados graus de desenvolvimento neuro-psico- motor e o bebê começa a sentar, depois a engatinhar e por fim a andar. Ou seja, pouco a pouco vai tornando-se autônomo e a desfazer este estado simbiótico.

A verdade é óbvia, simples e evidente.
O lactente toma o leite materno idôneo para seu sistema digestivo e além disso pode regular sua composição com a duração das mamadas, com a qual é criado no peito de sua mãe sem ter uma série de problemas infecciosos, alérgicos...

Quando chora e não se atende, chora com mais e mais desespero porque está sofrendo. Há psicólogos que asseguram que quando se deixa de atender o choro de um bebê depois de três minutos, algo profundo se quebra na integridade deles, assim como na confiança em seu entorno.

Os pais, ainda que sejam educados na crença de que "é normal que os bebês chorem" e que "há que deixá-los chorar para que se acostumem", e por isto estamos especialmente insensibilizados para que seu pranto não nos afecte, as vezes não somos capazes de tolera-lo. Como é natural, se estamos um pouco perto deles, sentimos seu desespero e o sentimos com nosso sofrimento. Revolvem nossas entranhas e não podemos consentir com a sua dor. Não estamos de todo deshumanizados. Por isto os métodos condutistas propõem ir pouco a pouco, para cada dia agüentar um pouquinho mais este sofrimento mútuo. Isto tem um nome comum, que é a "administração da tortura", pois é uma verdadeiro suplício que infligimos aos bebês quando fazemos isto, e também a nós mesmos, por mais que estas sejam normas de alguns pedagogos e pediatras.

Vários pesquisadores americanos e canadenses (biólogos, neurologistas, psiquiatras, etc.), na década de 90, realizaram diferentes investigações de grande importância em relação a etapa primal da vida humana; demonstraram que o contato pele a pele, do bebê com sua mãe e demais familiares mais chegados, produz moduladores químicos necessários para a formação de neurônios e do sistema imunológico; em fim, que a carência de afeto corporal transtorna o desenvolvimento normal das criaturas humanas. Por isto os bebês, quando os deixamos dormir sozinhos em seus berços, choram reclamando o que por sua natureza lhes pertence.

No Ocidente se criou nos últimos 50 anos uma cultura e uns hábitos, impulsionados pelas multinacionais, que elimina este corpo a corpo da mãe com a criança e deshumaniza o cuidado: ao substituir a pele pelo plástico e o leite materno por um leite artificial, se separa mais e mais a criatura de sua mãe. Inclusive se fabrica modelos de "walkyes talkys" (babás eletrônicas) especiais para escutar o bebê de habitações distantes das dos pais. O desenvolvimento industrial e tecnológico não se coloca a serviço das nossas crias, chegando a robotização das funções maternas a extremos inimagináveis.

Simultaneamente a esta "puericultura moderna", se medicaliza cada vez mais a maternidade; o que tenderia a ser uma etapa prazerosa de nossa vida sexual, se converte em uma penosa enfermidade. Entregues aos protocolos médicos, as mulheres adormecem a sensibilidade e o contato com seus corpos, e se perde uma parte de sua sexualidade: o prazer da gestação, do parto e da extero-gestaçã o – o colo e a amamentação. Paralelamente as mulheres decidiram pelo mundo do trabalho e profissional masculino, feito pelos homens e para os homens, e que portanto exclui a maternidade; por isto a maternidade na sociedade industrializada ficou encerrada no âmbito do doméstico e do privado. Contudo, durante milênios a mulher realizou suas tarefas e suas atividades com seus filhos pendurados a seus corpos, como todavia ocorre nas sociedades ainda não ocidentalizadas. A imagem da mulher com seus filhos deve voltar aos cenários públicos, aos locais de trabalho sob pena de comprometer o futuro do desenvolvimento humano.

A curto prazo parece que o modelo de criação robotizado não é daninho, que não é nada demais, que as crianças sobreviverão; porém pesquisadores como Dr. Michel Odent (1999 - .primal-health.org ), apoiando-se em diversos estudos epidemiológicos, tem demonstrado a relação direta entre diferentes aspectos desta robotização e doenças na idade adulta. Por outro lado, a violência crescente em todos os âmbitos tanto públicos como privados, como tem demonstrado a psicóloga suiço-alemã Alice Miller (1980) e do neurofisiólogo americano James W. Prescott (1975), por citar somente dois nomes, também procede do mal trato e da falta de prazer corporal na primeira etapa da vida humana. Também há estudos que demonstram a correlação entre a dependência às drogas e os transtornos mentais, com agressões e abandonos sofridos na etapa primal. Por isto os bebês choram quando sente falta do que lhes tiraram; eles sabem o que necessitam, o que lhes corresponderia neste momento de suas vidas.

Deveríamos sentir um profundo respeito e reconhecimento ao choro dos bebês, e pensar humildemente que não choram porque sim, ou muito menos, porque são "manhosos"... Elas e eles nos ensinam o que estamos fazendo de incorreto.

Também deveríamos reconhecer o que sentimos em nossas entranhas quando um bebê chora; porque podem confundir a mente, porém é mais difícil confundir a percepção visceral – nossos instintos. O local do bebê é o nosso colo: nesta questão, o bebê e nossos instintos estão de acordo, e ambos tem suas razões.

Não é certo que dormir com os nossos filhos ("co-lecho") seja um fator de risco para o fenômeno conhecido como Síndrome da Morte Súbita. Segundo The Foundation for the Study of Infant Deaths, a maioria dos falecimentos por "morte súbita" se produz quando os lactentes estão no seu berço. Estatisticamente, portanto, é mais seguro para o bebê dormir na cama com seus pais que dormirem sozinhos (Angel Alvarez – .primal.es).


Por tudo que expomos, queremos expressar nossa grande preocupação com a difusão do método proposto pelo neurólogo E. Estivill em seu livro Duérmete Niño ou na edição em português: NANA NENÊ (baseado por sua vez no método Ferber divulgado nos EUA), para fomentar e exercitar a tolerância dos pais ao choro de seus bebês; se trata de um condutismo especialmente radical e evidentemente nocivo, tendo em conta que o bebê está ainda em uma etapa de formação. Não é um método para tratar os transtornos do sono, como se apresenta, senão para submeter a vida humana em sua mais tenra idade. As gravíssimas conseqüências deste método, tem começado a aparecer.

Necessitamos de uma cultura e uma ciência para uma educação de nossos filhos que seja compatível com a natureza humana, porque não somos robôs, senão mamíferos que sentimos e sofremos quando nos falta o contato físico com aqueles que amamos. Para contribuir com este movimento, para que teu filho ou tua filha deixe de sofrer já, e se sentes mal quando escutas chorar o seu bebê, atenda-o, pegue-o em seus braços para entender o que ele está solicitando; possivelmente seja só isto o que ele queira e necessita, o contacto com o seu corpo. Não o negues.

Quando um recém nascido aprende em um berçario que é inútil gritar... Está sofrendo sua primeira experiência de submissão e abandono.
Michel Odent

Existem bons livros no mercado que vão de encontro com esta linha de pensamentos. Gostaria de sugerir um que tenho andado a ler da antropóloga Sheila Kitzinger intitulado "Porque chora o meu bebé?" da Porto Editora, ISBN 978-972-0-06244-4. Este livro é fabuloso, é baseado num estudo feito a 1400 mulheres, com algumas passagens da propria experiência de maternidade da autora. Leiam, vão ver que não se arrependem :)
E para finalizar, deixo-vos com uma foto que tirei com a Sheila Kitzinger (invejem hehe!!!) no congresso. Esta mulher é imperdível, acreditem :)

Desafio

Fui desafiada pela Rita para escrever 5 manias do Alexandre e como não sou mulher de fugir a desafios (hehe!) cá vai:
  1. Sempre que está com sono começa a mexer na orelhita dele ou na de quem está ao colo com ele. Não adormece sem mexer na orelha de quem o está a adormecer. 99.99% das vezes são as minhas orelhas que dão o corpo ao manifesto hehe!
  2. Quando passamos perto dos parques infantis onde ele costuma ir ou perto de sítios onde normalmente estão pessoas de quem ele gosta muito de ver (sem ser família) começa a fazer uns gritinhos muito característicos e muito engraçados :)
  3. Não pode ouvir música sem começar logo a dançar, quanto mais "batida" a música tiver melhor, o que ele gosta mesmo é de música marada hehe!
  4. Adora estar deitado em cima da minha barriga enquanto lhe massago as costas, às vezes é capaz de estar um bom período de tempo assim e adora adormecer dessa maneira a mexer na minha orelha :))))
  5. Não come se não tiver um prato à frente com comida e um garfo pequenino. Passa a refeição a brincar com a comida, a tentar dar-nos de comer e tentar comer com o garfo, a comer com as mãos, a amassar a comida, a bater com o garfo, etc... é uma alegria :D mas só assim lhe consigo dar de comer... é que se não complementar com o meu garfo ele acaba por não comer o suficiente.

Vou deixar mais duas hehe!!!

  1. Não pode ver vassouras, o tubo da aspiração central, o balde e a esfregona ou qualquer outro utensílio de limpeza que tem que pegar logo nelas e começar a limpar. Sempre que estamos a fazer a cama quer ajudar e com as mãozinhas tenta esticar o lençol
  2. Há guerra pela posse dos comandos da TV cá em casa LOL!!!! o Alexandre e o pai estão sempre em competição LOL!!!! o Alexandre tem de estar sempre de comando na mão... sai mesmo ao pai :D

Vou passar o desafio a :

  1. mãe do Rafa, sim és tu... desafiei-te outra vez hehe!.
  2. Luísa mãe da linda Leonor
  3. Amélia do Benjamim
  4. Cristina mãe da Leonor do blog recém-nascido a Maternidade

terça-feira, novembro 21, 2006

15 meses...

feitos no Domingo passado e a mamã sem tempo para dizer o quanto te ama e é feliz por ser tua mãe.
Neste momento dormes, pareces um Anjo. Adoro velar o teu sono, sempre, todas as tardes, todas as noites; olhar para ti quando tens aqueles sonhos muito bons em que te ris a dormir. Tu não pareces um Anjo... tu és o meu Anjo. Não consigo contabilizar o amor que sinto por ti, é imensurável. Amo-te amo-te muito muito muito...
Fica um beijo do tamanho do mundo e um Xi-coração daqueles bem apertadinhos e que aquecem a alma...




Say It Right
By Nelly Furtado
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sexta-feira, novembro 17, 2006

Consulta de pediatria

Hoje foi dia da consulta dos 15 meses. Ele está óptimo e recomenda-se hehe!!!! como diz a Drª Lourdes é um piolhito eléctrico, continua mais alto que gordo (pudera com tanta electricidade...) e está bem desenvolvido... ele já não anda, ele corre hehe!!
Para a semana vamos às vacinas, já comprei os pensinhos Emla para colocar e pronto foi uma consulta de rotina, rápida e com direito no início a uma molha da mãe desde o carro até à clínica e a uma bolachinha no final para o Alexandre :)
peso: 10.9 Kg - percentil 50
altura: 83cm - quase no percentil 90
perímetro cefálico: 48cm - percentil 50
Já tinha dito que o meu filho dá uns Xi-coração fabulosos??? invejem hehehe!!!

Bom fim de semana. Deixo-vos com um videoclip dos Coldplay que eu adoro, vídeo esse que considero inspirador uma vez que nos mostra que com esforço e vontade tudo é possível... beijinhos :)))


The Hardest Part
By Coldplay
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quinta-feira, novembro 16, 2006

O congresso ...

Consegui recuperar as fotografias, a todos muito obrigada pela ajuda :)
Tenho andado a pensar sobre o que escrever mas nem tenho palavras para descrever o que senti nesses 3 dias. A oxitocina (ou hormona do amor como a initula o Michel Odent) inundou a sala do congresso, foi simplesmente fantástico poder fazer parte de um acontecimento destes, estar no meio de gente que acredita que parir e nascer pode ser maravilhoso...
Conheci gente fantástica, gente de coração bom, gente simpática que luta incansavelmente por um nascimento melhor, gente que apetece trazer para casa. Voltei com mais força e com mais vontade de fazer parte deste caminho e de participar ainda mais avidamente pela humanização do nascimento. Enriqueci a minha biblioteca e trouxe alguns DVD's de nascimentos para mostrar a quem tiver interesse em ver como o nsacimento é algo tão intenso como maravilhoso. Foi fantástico estar com aquelas entidades internacionais, a Naolí Vinaver ( parteira mexicana, uma mulher fabulosa, vulcânica), a Sheila Kitzinger, o Michel Odent, o Ric o "homem de Vidro" e da sua mulher a Zeza (com quem estive depois na formação), poder estar com o casal Torres da HUMPAR os mentores deste congresso e organizadores da formação DONA, da Robbie Davis-Floyd, de ouvir a realidade espanhola através da Francisca Fernandez do "El parto es nuestro", a parteira Mary Zwart e a Barbara Harper, a Debra pascali-Bonaro (formadora da DONA e com quem estive nesta fim de semana que passou) e tantos outros, ver maravilhosos vídeos de partos.... era capaz de ficar aqui a falar sobre o congresso dias... Infelizmente o psicólogo Eduardo Sá não pode vir uma vez que sofreu um acidente dias antes que o deixou impossibilitado de viajar.
Este congresso deu-me ainda mais a certeza que o modo como nascemos marca-nos para o resto das nossas vidas e que para a mãe o momento do parto é precioso é um momento que recordará a vida toda como se do dia anterior se tratasse e por isso é importante que esse momento seja respeitado acima de qualquer coisa, é importante devolver o protagonismo à mulher pois a ela pertence o parto, a sua visão do parto e os seus desejos devem ser respeitados independentemente do tipo de parto. Acima de tudo há que tornar o momento do parto como algo maravilhoso e positivo... estamos longe da realidade de alguns paises mas com a força que temos iremos conseguir :)
Deixo-vos com alguns momentos do congresso:



Fix You (2)
By Coldplay
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terça-feira, novembro 14, 2006

Estou...

sem o tempo que queria para escrever sobre o congresso por isso deixo-vos com um texto muito lindo sobre amamentação que recebi por email...

E Se Eu Quiser Desmamar O Meu Bebé?


©2000 Diane Wiessinger, MS, IBCLC 136 Ellis Hollow Creek Road Ithaca, NY 14850


Amamentar o seu filho nem que seja por um dia é a melhor prenda que poderá dar ao bebé. A amamentação é quase sempre a melhor escolha para o bebé. Mesmo se para já não parece ser a melhor solução para si estas directrizes poderão ajudar.

SE AMAMENTAR O BEBÉ DURANTE UNS DIAS ele receberá o seu colostro, ou primeiro leite. Ao fornecer os anticorpos e o alimento que o seu corpo novinho em folha espera a amamentação dá ao bebé a sua primeira – e mais fácil – "imunização" e ajuda o seu sistema digestivo a começar a funcionar sem sobressaltos. O bebé espera começar pela amamentação, que também ajudará o corpo da mãe a recuperar do parto. Levando em consideração quanto o bebé tem a ganhar e o pouco que a mãe tem a perder faz sentido amamentar ao menos por um dia ou dois, nem que tencione usar o biberão depois disso.

SE AMAMENTAR O BEBÉ DURANTE QUATRO A SEIS SEMANAS ter-lhe-á facilitado a passagem pela parte mais crítica da sua infância. Os recém-nascidos que não são amamentados têm mais hipóteses de adoecerem ou de serem hospitalizados e têm muito mais problemas digestivos do que os bebés que são amamentados. Ao fim de um período de 4 a 6 semanas deverá, também, já ter ultrapassado as suas próprias dúvidas quanto à amamentação. Marque, como objectivo sério, amamentar durante um mês, contacte La Leche ou um consultor certificado de lactação se tiver dúvidas, e estará numa melhor posição para decidir se está disposta a continuar com a amamentação.
SE AMAMENTAR O BEBÉ DURANTE 3 A 4 MESES o seu sistema digestivo terá amadurecido bastante e será bem mais capaz de tolerar as substâncias estranhas das formulas comerciais. No entanto, se existir um historial familiar de alergias, reduzirá fortemente o risco se esperar mais uns meses antes de adicionar seja o que for à sua dieta de leite materno. Dar apenas leite materno nos primeiros quatro meses dá uma protecção forte, durante um ano inteiro, contra infecções de ouvidos.
SE AMAMENTAR O BEBÉ DURANTE 6 MESES sem adicionar qualquer outra comida ou bebida ele terá menos hipóteses de sofrer, mais tarde, uma reacção alérgica às fórmulas ou outros alimentos; a Academia Americana de Pediatria recomenda esperar até cerca dos 6 meses antes de oferecer alimentos sólidos. A amamentação durante pelo menos 6 meses garante uma saúde melhor durante o primeiro ano de vida do bebé, reduz o risco de infecções de ouvidos e de cancros infantis do pequerrucho e reduz o seu próprio risco de cancro da mama. E uma amamentação exclusiva e frequente durante os 6 primeiros meses, caso o seu período não tenha voltado, fornece uma contracepção 98% eficaz.
SE AMAMENTAR O BEBÉ DURANTE 9 MESES tê-lo-á feito atravessar o mais rápido e importante desenvolvimento da sua mente e do seu corpo com o alimento que foi planeado para ele – o seu leite. Uma amamentação de pelo menos esta duração ajudará a garantir um melhor desempenho durante todo o seu período escolar. O desmame é bastante fácil nestas idades... mas a amamentação também o é! Se quer evitar o desmame tão cedo então deverá estar disponível para amamentar não só para o alimentar mas também para o confortar.
SE AMAMENTAR O BEBÉ DURANTE UM ANO pode evitar a despesa e o incómodo da fórmula. O seu corpo de um ano poderá provavelmente lidar com os alimentos do resto da família. Muitos dos benefícios para a saúde obtidos pela criança com este ano de amamentação durarão para o resto da sua vida. Terá, por exemplo, um sistema imunitário mais forte e menos probabilidades de precisar de terapia de ortodontia ou de fala. A Academia América de Pediatria recomenda a amamentação durante pelo menos um ano porque ajuda a garantir a nutrição normal e a saúde do seu bebé.
SE AMAMENTAR O SEU BEBÉ DURANTE 18 MESES terá continuado a fornecer a nutrição, o consolo e a protecção contra doenças que o seu bebé espera e isto num período durante o qual são vulgares as doenças em bebés alimentados a biberão. É muito provável que o seu bebé já esteja bem avançado em alimentos normais. Teve tempo para criar uma ligação forte consigo – um ponto de partida saudável para a sua independência crescente. Tem idade suficiente para que possam trabalhar juntos no processo de desmame, a um ritmo com que ele possa lidar. Um ex-Cirurgião Geral dos EUA disse: "é sortudo o bebé que... é amamentado até aos dois anos."
SE A SUA CRIANÇA SE DESMAMAR QUANDO ESTÁ PRONTA PARA ISSO poderá sentir-se confiante por ter satisfeito, de um modo muito normal e saudável, as necessidades físicas e emocionais do seu bebé. Nas culturas em que não há pressões para o desmame as crianças tendem a mamar durante pelo menos dois anos. A Organização Mundial de Saúde e a UNICEF encorajam, fortemente, a amamentação enquanto as crianças aprendem a andar: "O leite materno é uma fonte importante de energia e de proteínas e ajuda a proteger contra as doenças durante o segundo ano de vida da criança." A nossa biologia parece orientada para uma idade de desmame entre os 2 1/2 e os 7 anos e faz sentido construir os ossos das nossas crianças a partir do leite que foi planeado para elas. Enquanto continuar a amamentar o seu leite fornecerá anticorpos e outras substâncias protectoras e as famílias de crianças mais velhas que ainda mamam descobrem, muitas vezes, que as suas contas médicas são menores do que as dos vizinhos, e isto durante muitos anos. Pesquisas indicam que quanto mais tempo uma criança mamar maior é a sua inteligência. As mães que amamentam durante muito tempo têm, ainda, um menor risco de contrair cancro da mama. As crianças que mamaram durante muito tempo tendem a ser muito seguras e têm menos hipóteses de chuchar no dedo ou de andar com um cobertor. A amamentação poderá ajudar ambos a ultrapassar as lágrimas, birras e trambolhões da primeira infância e ajuda a garantir que quaisquer doenças serão menos sérias e mais fáceis de tratar. É uma ferramenta materna para todos os fins que nunca quererá que lhe falte! Não tenha medo de que a sua criança mame eternamente. Todas as crianças param por si mesmas, faça o que fizer, e há por aí muito mais crianças crescidinhas que ainda mamam do que poderia imaginar.

QUER AMAMENTE POR UM DIA OU POR VÁRIOS ANOS a decisão de amamentar o seu filho é algo de que nunca se arrependerá. E quando chegar a altura do desmame lembre-se de que é um grande passo para ambos. Se escolher desmamar o seu filho antes de ele estar pronto faça-o gradualmente e com amor.

quinta-feira, novembro 09, 2006

Vou para a formação a pensar em ti. Rápidas melhoras para "aquela que cai do céu" ;)

grrrrrr!!!!!

Nunca tal me aconteceu... estava eu a descarregar as fotografias do congresso para o computador e como estava com pressa devido a milhentas coisas que ainda tenho que fazer hoje... decidi saltar o passo de comprovar se efectivamente elas tinham passado para o computador e apaguei as fotos da máquina... o problema é que desta vez o computador resolveu não colaborar e não transferiu as fotos, resultado: fiquei sem fotos nem vídeos do congresso... shiuf! mas o pior nem é isso, são as fotografias perdidas de amigas que me pediram para lhes tirar fotos com a Naoli Vinaver (uma mulher vulcânica, maravilhosa) e com o Michel Odent estou a sentir-me tão mal por ter falhado para com elas... Lu, T. desculpem, desculpem, estou a sentir-me mesmo muito muito mal, nem tenho sequer palavras para descrever o que sinto.
Ainda não tive um bocadinho para escrever sobre o congresso e de amanhã até domingo vou fazer a formação DONA por isso fica para a semana... vou ver se consigo fotografias do congresso...
Boa Sexta-feira, bom fim de semana...




Tears And Rain
By James Blunt
BestAudioCodes.com
Adenda:Não tenho tido tempo para visitar os vossos cantinhos como gostaria mas acreditem cusca como sou (hehe!!!) vontade não me falta mesmo... talvez para a semana as coisas estejam mais calmas :)

segunda-feira, novembro 06, 2006

Voltei do congresso...

mais completa, mais mulher, mais mãe...e muito mais feliz :)
Quando puder posto aqui imagens, videos e um pequeno texto que estou a fazer sobre o que por lá se passou.

Ah! tinha-me esquecido... voltei de lá com um pano lindíssimo em vários tons de azul (a fazerem lembrar o mar) que comprei à querida Zélia :) . Foi difícil de escolher um, uma vez que ela tem tantos e tão bonitos... visitem o clube do pano. Basta clicarem aqui

Dicionário Alexandrês-Português e outros

Dicionário

bebé - bebé
mã - mãe
mamã - mamã
papá - papá
papa - comida
abbbbuá - água
Oia - Olá
tatato - sapato
jatá - já está
apppé-pé
pi-po-cá - pipoca (nome da cadelita da nossa vizinha da frente)
dá - dá
pêpê - chupeta
popa/tota - porta

Outros

É simplesmente fascinante ver o desenvolvimento intelectual de uma criança.
O Alexandre desenvolve-se a uma velocidade vertiginosa, todos os dias diz palavras novas, descobre coisas novas, faz novas habilidades. Contagia toda a gente com o seu sorriso, mete-se com toda a gente, especialmente mulheres lançando um olhar verdadeiramente sedutor, não é por ser mãe dele é verdade.
Agora já quer comer por ele, há dias em que só come se for por ele e outros em que quer dar-nos de comer, a hora de refeição tem sido muito dinâmica ultimamente hehe!
Não pode ver vassouras, baldes ou o tubo da aspiração central que pega logo no que encontrar e toca a limpar hehe!
Se estamos a fazer a cama ele tem que ajudar com as mãozinhas tenta esticar o lençol, um máximo, só visto.
Já conhece o nome de algumas partes do corpo, já se tenta calçar sozinho, já brinca às escondidas comigo.
Abraça-me e aconchega-se a mim de uma maneira única...
Percebe se estou menos bem e farta-se de me dar miminhos. Adora adormecer em cima de mim e eu adoro quando adormecemos assim...
Agora já dorme no quartinho dele, numa cama de casal king size... parece uma ilha no oceano hehe! Acorda no meio da noite e vem ter connosco ou começa a chamar e às vezes a chorar... lá acabamos a noite na cama dele.
Deixo-vos com alguns dos nossos momentos...

quinta-feira, novembro 02, 2006

Este fim de semana...

Vou crescer como ser humano, como mulher e como mãe...
Vou rever sorrisos que conheci e de que já tenho saudades e conhecer outros tantos lindos sorrisos.
Vou conhecer o "homem de vidro".
Vou comprar algo com que sonho há algum tempo... um bebé mãos livres hehe!!! ou seja, um pano, falarei sobre ele e nas suas potencialidades muito brevemente.
Vou participar na história da Humanização do Nascimento em Portugal...
Vou fazer tanta coisa em tão poucos dias... estou ansiosa e estou feliz!
Bom fim de semana amigos. Na minha volta contarei um pouco do que por lá se passou.

Entretanto, hoje na SIC notícias , jornal das 22h reportagem sobre parto humanizado com repetição no jornal das 00 h, com debate. Hoje ou amanhã na SIC generalista, reportagem reduzida sobre o parto humanizado e publicidade em rodapé do congresso. Não percam!!!



Softly
By Lamb
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terça-feira, outubro 31, 2006

Hoje estou...

Feliz, bem disposta, de pés a flutuar... nem me perguntem porquê que não sei. Ando a dormir pouco devido a um trabalho que ando a fazer e quero entregar o mais cedo possível e também porque não quero privar o Alexandre das brincadeiras e tempo com a mamã, o tempo lá fora não está por aí além (o céu está acinzentado) mas estou assim... feliz, contente com a vida :)

Sexta Feira lá rumo eu novamente a Lisboa, consegui baixar os níveis da mãezite aguda para mãezite (é uma doença que afecta milhões de mães eu diria até que estamos perante uma pandemia hehe!) e vou ao congresso. Eu tinha muita, mas mesmo muita vontade de ir mas o estar com o Alexandre falava sempre mais alto (isto porque vou fazer mais uma formação no fim de semana a seguir e estava a sentir-me um pouco culpada por estar a passar menos tempo com ele). Assim arranjei um meio termo, vai ser uma maratona mas é por uma boa causa :) vou e venho todos os dias...

Amor e Responsabilidade

Se alguém estiver interessado em ir e porque se está na recta final para o Congresso, cliquem aqui e inscrevam-se no grupo ou contactem a HUMPAR, a HUMPAR está a facilitar a ida de grupos a um preço acessível.

Não é preciso ter ou pensar em ter filhos ou ser entendido na matéria, basta ter interesse/vontade de saber como se nasce e se pode nascer e de contribuir para melhorar este nosso cantinho à beira mar plantado. Afinal... todos nascemos! (Chuva, desculpa o plágio mas realmente depois de te ler ficou difícil escrever diferente hehe!)

domingo, outubro 29, 2006

Desafio....

Olhos: castanhos
Cabelos: castanhos
Altura: 1.61cm
Peso: 30 anos hehehe!!!! pronto... engordei 16kg na minha gravidez e já perdi 18kg... agora é só fazer as contas ;)
Ascendência: Portuguesa
Signo: Peixes... (não se nota???)
Sapatos que está a usar: Sapatilhaça
Fraqueza: emociono-me muito facilmente (leia-se choro com muita facilidade, de alegria, de tristeza, de medo etc etc...)
Medo: de ver sofrer quem amo
Objectivo que gostaria de alcançar: Fazer as pessoas que se cruzam na minha vida felizes pois sei que esse é o caminho para se ser feliz
Frase que mais uso no messenger: hehe a piscar em vermelho :)
Melhor parte do corpo: se calhar os meus olhos, não por achar que são bonitos mas por serem os que melhor reflectem o meu estado de alma
Pepsi ou Cola?: Coca cola
MacDonalds ou Bobs: Mac de vez em quando... ainda hoje ao almoço foi oops! se calhar não devia ter dito isso... mas comi sopa de peixe antes que estava divinal :) Bobs só conheço 1 na terra que me viu crescer e nunca lá comi...
Fuma?: não
Palavrões: tem dias... depende se o computador colabora comigo ou não hehe! mas não gosto de dizer...
Perfume: chanel n.º5 de inverno e l'eau par Kenzo de verão e inverno e a qualquer hora hehe! mas tenho outros que tb adoro usar como o amor amor da Cacharel, o Noa, o burberrys week end e por ai fora... e eu a pensar que tinha poucos perfumes oops!
Canta?: Muito, mesmo muito, estou sempre a cantar... gosto tanto tanto de cantar que pertenci a um grupo coral lá na terra na minha meninice e a uma tuna feminina quando fui estudante universitária
Toma banho todos os dias? sim... sou peixinhos remember???
Gostava da escola? Adorava!
Acredita em si mesmo? Acredito muito... embora haja dias em que penso que não...
Tem fixação com a Saúde? Gosto de tratar de mim, faço tudo para não ficar doente, ginástica, boa alimentação, sorrir com frequência hehehe!!!, sonhar... acreditem é emponderador de sáude :)
Dá-se bem com os seus pais? Sim... gostava de os ver com mais frequência
Gosta de tempestades? Se estiver em casa, aconchegada, etc e tal gosto, se estiver na rua NÃO!

No último mês
bebeu Álcool? Não
Fumou? Não
Usou drogas? Injectaram-me uma coisa na veia para parar de vomitar portanto sim :)
Fez compras? sim... que remédio!... come-se todos os dias cá em casa :)
Comeu um pacote inteiro de bolachas? Não
Comeu sushi? Não. Aqui está uma coisa que há muito tempo (leia-se anos) quero experimentar
Chorou? Oh! sim sim sim.... de felicidade, de tristeza... sou sentimental hehehe!!!
Fez biscoitos caseiros? este mês por acaso não
Pintou o cabelo? não... há muito muito tempo que não pinto o cabelo... isto fez-me lembrar que preciso de ir ao cabeleireiro cortas as pontitas...
Roubou? Roubei... mas há 12 anos atrás.... o coração ao meu marido hehe!!!
Número de filhos: um... mas gostava muito de mais 3 pelo menos...
Como gostaria de morrer? nem sei... não penso nisso, talvez muito velhinha, no meio de um sonho bom ao lado de alguém que me ame muito
Piercings? Não
Tatuagens: Não
Quantas vezes o seu nome apareceu nos jornais: mais de 1 vez e menos de... não sei . Num Boletim universitário onde vinham todos os licenciados e mestres do respectivo ano (na licenciatura tive direito a um boletim desses, do mestrado não sei se houve boletim pois eles decidiram não fazer mais cerimónias de entrega de canudos e era tão linda a cerimónia!), revista regional da ordem (quando me inscrevi como membro estagiário e depois quando passei a membro efectivo), apareci em alguns jornais, revistas e televisao por causa da Tuna (mas sem o meu nome mencionado... foi mais a minha figurinha hehe!!!!) e se calhar mais, sei lá...
Cicatrizes no corpo: Algumas...
De que se arrepende de ter feito: Não me arrependo de ter feito nada, bom ou mau aprendi com todas as experiências da minha vida
Cor Favorita? não tenho assim uma predilecta, mas se me perguntarem cores que gosto muito eu digo branco, verde, azul... e como tenho mau gosto (hehe!!) amarelo ;)
Disciplina favorita na Escola: Matemática e biologia ai como eu adorava estas disciplinas
Um lugar onde nunca esteve e gostaria de estar: tantos tantos... agora no inverno gostava de estar uns dias no castelo de gelo na lapónia (Finlândia), visitar a casa do Pai Natal hehe!!! e observar as auroras boreais...
Matutina ou nocturna: Sou mais matutina
O que tem nos bolsos? Nada, raramente coloco alguma coisa nos bolsos...
Daqui a dez anos imagina-se: Se tudo fosse possível, daqui a 10 anos imagino-me com 4 ou 5 filhos e com um projecto em andamento... quem me conhece sabe do que falo hehe!!!!
Desafio a 5 Pessoas: Desta vez faço o desafio aos seguintes amigos:
Chuva do blog Porque não tem unhas (eu queria tanto desafiar-te.... hehehe!!!! mas sei que se calhar não podes.... se puderes estás desafiada amiga :) )
Zélia do blog O clube do Pano... (outra linda que eu adoraria desafiar hehehe!!! se puderes responde ao desafio:)
Cristina do blog As the world turns
Jorge do blog de Bem com a vida
Mamã do blog amo-te filho

sexta-feira, outubro 27, 2006

O papel da Doula

O parto há alguns anos atrás era considerado como um acontecimento de mulheres e para mulheres. As mulheres tinham os seus filhos em casa, rodeadas das mães e/ou irmãs e outras mulheres que lhes prestavam o apoio emocional e físico, parteiras ou “curiosas” . Normalmente as “curiosas” eram mães de muitos filhos que apoiavam as parturientes a fazer nascer os seus bebés. Assim era no tempo de minha avó. Ela teve os filhos, todos em casa e todos foram amamentados até aos 2-3 anos. Nunca teve dúvidas se conseguiria ou não parir, se conseguiria ou não amamentar os seus filhos. Tinha um profundo conhecimento da sua sabedoria interior, conhecia a capacidade inata do seu corpo para a tarefa da maternidade. Entrou em trabalho de parto naturalmente, os trabalhos de parto e partos decorreram sempre sem pressas, sem adição de quaisquer agentes externos no seu corpo, tudo decorreu a seu tempo e ao sabor da vontade do corpo dela e do corpo dos seus bebés.

A transferência dos partos de casa para o hospital fez com que este cenário passasse a ser vivido apenas por uma pequena percentagem de mulheres. Para a grande maioria das mulheres o parto é visto como algo a suportar para “merecer” o prémio final que é ter um filho.

A sociedade moderna tratou de entranhar na mente da mulher que ela não é capaz de parir sozinha uma vez que o seu corpo não é perfeito e como tal deve submeter-se às rotinas hospitalares que, salvo raríssimas excepções, não trazem mais-valias para ela ou para o seu bebé, rotinas essas em que os profissionais de saúde acreditam profundamente para o parto ter um final feliz.

A sociedade tratou de afastar as mulheres da sua sabedoria interior. Os cenários de partos em intimidade e privacidade foram substituídos por salas estéreis e frias e por vozes de comando sobre o que a mulher deve ou não pode fazer durante o seu trabalho de parto e parto. O suporte emocional passou a ser quase inexistente com a transferência dos partos de casa para os hospitais.

Na década de 1970, John Kennell e Marshall Klauss realizaram um estudo em que provaram, através de seis experiências clínicas controladas, que a presença de uma pessoa de apoio ao parto, do sexo feminino, encurta o tempo do primeiro parto numa média de duas horas, diminui a hipótese de cesariana em 50 por cento, parto com fórceps em 40 por cento, diminui a necessidade de medicação para as dores e anestesia epidural em 60 por cento, ajuda o pai a participar com confiança e aumenta o sucesso na amamentação. [1] [3] [4]

Para designar as mulheres que sem aptidão profissional prestavam apoio no parto, no estudo efectuado por John Kennell e Marshall Klauss foi usado o termo doula.

A doula sobrepõe-se à frieza do ambiente hospitalar dando apoio emocional na gravidez, parto e pós-parto, escutando as dúvidas, anseios e medos da mulher e do seu companheiro durante o período maravilhoso que é a gestação, o parto e o pós-parto, não os deixando sem resposta, contribuindo para o reforço da confiança da grávida no seu próprio corpo, na sua capacidade inata de parir e amamentar o seu filho, tentando reaproximar a mulher da sua sabedoria interior.

Uma doula é alguém que, com ou sem experiência da maternidade, tem uma grande capacidade de amar o próximo (é principalmente de amor, segurança e confiança que a mulher que está para dar à luz precisa), está consciente da sua sabedoria interior, conhece o poder do corpo feminino, acredita na capacidade inata das mulheres parirem e tem vocação para apoiar outras mulheres nesta maravilhosa etapa que transformará para sempre as suas vidas.

A doula acima de tudo tem que saber escutar as necessidades da mulher grávida, procurando saber o que ela pretende com a sua gravidez e as suas expectativas em relação ao parto. Uma doula é uma amiga, alguém que independente das suas convicções presta apoio e aconselhamento sem nunca dizer não deves ou não podes mas apresentando informações de modo a apoiar nas opções que a grávida/casal queira tomar. A doula é alguém que sabe o que a mulher que está a parir quer ou precisa sem recurso a palavras. Ela tem um profundo conhecimento da mulher que acompanha, conhecimento este que vai adquirindo ao longo dos encontros que tem com ela e/ou com o seu companheiro durante a gravidez. A doula é uma mulher discreta no cenário do parto, é uma mulher que não interfere no processo de nascimento, não observa, está ali como uma mãe que presta apoio a um filho, está ali para satisfazer as necessidades básicas da mulher em trabalho de parto. A Doula não faz qualquer tipo de procedimento médico e portanto não substitui qualquer dos profissionais envolvidos na assistência ao parto.

A doula entra no espaço de uma parturiente, reage prontamente e está consciente das suas necessidades, disposição alterações e sentimentos calados. Não necessita de controlar nem abafar. Todas as grávidas deviam ter os benefícios de uma doula. A doula não prejudica o papel do pai do bebé. Realça-o e liberta-o para se dedicar à tarefa tão importante de amar a mãe. [3]

Tal como o Dr. John Kennel disse um dia, se um medicamento tivesse o mesmo efeito de uma doula seria contra a ética não o utilizar. [3]


[1] Apontamentos da Formação de Doulas
[2] Jones,R.(2004), Memórias do Homem de Vidro - Reminiscências de um Obstetra Humanista
[3] Northrup, C.(2000), Corpo de Mulher Sabedoria de Mulher
[4] Odent, M.(2005), A Cesariana, Operação de Salvamento ou Indústria do Nascimento?
[5] http://www.doulasdeportugal.org/
[6] http://www.doulas.com.br/
[7] http://www.dona.org/
[8] www.doulas.info/publi.php
[9] http://www.paramanadoula.com/doula.php




Gorecki
By Lamb
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quinta-feira, outubro 26, 2006

Um pouco ausente...

... é verdade, pelo meu blog, pelos vossos. Tenho andado com muitas coisas para fazer, para organizar, para pensar, o pequenito para mimar muito e a escrita acabou por ficar para trás.
Sábado estive em Lisboa, num workshop de gravidez da Associação Doulas de Portugal. Foi inspirador, revelador, foi um sábado fantástico, a todas agradeço. Sinto que finalmente estou a encontrar a peça que faltava na minha vida para me senti completa, realizada :)
T, adorei associar uma cara ao nome. Fiquei muito feliz por finalmente nos termos encontrado, adorei termos conversado embora não tanto quanto desejava mas sei que este foi o primeiro encontro de muitos que virão. Ainda não tinha dito mas tens um olhos e um olhar lindo, esse lindo azul do mar... Li o teu texto sobre o papel da Doula, estou emocionada com tanto poder implícito nas tuas palavras, é isso mesmo que sinto também, para mim também é essa a essência da Doula...
Vi a linda Leonor, cada vez mais crescida e simpática, linda linda a tua filha Luísa.
Quando cheguei a casa, 16 horas depois, encontro aquele que me encheu o coração de saudades... o meu filho (que maravilhosa palava esta) que me recebeu com imensa felicidade, me abraçou, olhava para mim olhos nos olhos e voltava a abraçar-me, ria-se, tentava morder-me e fazia o beijinho à esquimó versão esfrega testa com testa e eu feliz feliz feliz por estar de novo em casa, amando o meu filho, cheirando a sua pele, acariciando os seus cabelos e apertando-o contra mim. Há lá felicidade maior? O meu amor "grande" tinha feito um jantar especial para mim, já estava na mesa. Foi tão bom ter sido recebida em casa com este carinho e atenção... senti-me uma verdadeira princesa. O Alexandre a tentar dar-me de comer foi tão bom tão bom.... a cozinha ficou um bocadinho sujita mas que importa isso?
Estou feliz, muito feliz...

segunda-feira, outubro 23, 2006

Implica-te...


Não pretendo com isto mudar a opinião de quem a tem diferente da minha, nem julgar ninguém, cada um é responsável por si. Para mim a vida começa quando o óvulo e o espermatozóide se juntam. Quem já leu o meu blog sabe que passei por um aborto expontâneo e conhece toda a dor que isso me trouxe...

Na minha opinião, legalizar a prática de aborto não vai resolver o problema. Por incrível que pareça ainda há muita falta de informação. Penso que antes de legalizar a pratica de aborto deveria apostar-se primeiro numa forte política de planeamento familiar. Há que informar para prevenir gravidezes indesejáveis em vez de remediar o assunto...

sexta-feira, outubro 20, 2006

Finalmente...

chegou aquilo por que estava à espera há tanto tanto tempo. Desengane-se quem pensa que obtive alguma resposta, não tive nada, nenhuma... pedi alhos e mandaram-me bogalhos. Conformo-me e desisto porque não vale a pena, sinceramente já nem quero saber... nunca irei realmente saber o que se passou e o que aconteceu, vou ficar na dúvida para sempre... e agora sei realmente que vou ter que aprender a viver com isto e fazê-la parte da minha vida...

terça-feira, outubro 17, 2006

Mais...

Mais uma noite mal dormida...
Mais um dentinho que a fadinha dos dentes trouxe esta noite... já são 7!
Mais uma conquista do meu filho... agora já sobe para cima da cama :)
Mais um miminho que o Alexandre aprendeu a fazer... beijinhos à esquimó com a variante testa com testa em vez do tradicional nariz com nariz :)
Mais uma manhã a brincar.... Deixo-vos com um desses momentos, O Alexandre (o dos caracolitos) com o seu amiguinho 9 dias mais velho



Adenda: É para avisar as meninas Alice, Beu, Grilinha, Mãe e Mãezana que hoje ainda temos café e em dose industrial hehe!!! Já tratei de enviar bem quentinho e forte... espero que esteja do vosso agrado... já agora: açucar ou adoçante???? E para a menina Chuva vai uma cevadita que cá em casa há de tudo como na farmácia :) E Sábado terei os dois ouvidos para te escutar que eu cá não gosto de metades hehe!!! E estou muito contente que já estejas bem de saúde... também adoro girassóis :)

segunda-feira, outubro 16, 2006

I need...

A cup of coffee...

Esta noite foi péssima, se dormi 2 horitas já é dizer muito... O Alexandre já normalmente tem um sono agitado mas agora com a rabugice dos dentes as coisas estão mais complicadas... e logo hoje que tinha tanto que fazer... Esta noite até caiu da cama e tudo, o que vale é que a minha cama é baixinha, foi só um sustito quase nem chorou e adormeceu logo. A culpa foi do pai que adormeceu no sofá e assim ficou sem a protecção de um dos lados hehe!



Cup Of Coffee
By Garbage
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Bem... vou fazer um cafezito... alguém é servido????

domingo, outubro 15, 2006

O Atestado médico...

Recebi isto por email.

Leiam este texto escrito por um professor de filosofia que escreve semanalmente para o jornal O Torrejano. Tudo o que ele diz, é tristemente verdadeiro...
O atestado médico por José Ricardo Costa


O atestado médico por José Ricardo Costa

Imagine o meu caro que é professor, que é dia de exame do 12º ano e vai ter de fazer uma vigilância. Continue a imaginar. O despertador avariou durante a noite. Ou fica preso no elevador. Ou o seu filho, já à porta do infantário, vomitou o quente, pastoso, húmido e fétido pequeno-almoço em cima da sua imaculada camisa. Teve, portanto, de faltar à vigilância. Tem falta.Ora esta coisa de um professor ficar com faltas injustificadas é complicada, por isso convém justificá-la. A questão agora é: como justificá-la?
Passemos então à parte divertida. A única justificação para o facto de ficar preso no elevador, do despertador avariar ou de não poder ir para uma sala do exame com a camisa vomitada, ababalhada e malcheirosa, é um atestado médico. Qualquer pessoa com um pouco de bom senso percebe que quem precisa aqui do atestado médico será o despertador ou o elevador. Mas não. Só uma doença poderá justificar sua ausência na sala do exame. Vai ao médico. E, a partir este momento, a situação deixa de ser divertida para passar a ser hilariante. Chega-se ao médico com o ar mais saudável deste mundo. Enfim, com o sorriso de Jorge Gabriel misturado com o ar rosado do Gabriel Alves e a felicidade do padre Melícias. A partir deste momento mágico, gera-se um fenómeno que só pode ser explicado através de noções básicas da psicopatologia da vida quotidiana. Os mesmos que explicam uma hipnose colectiva em Felgueiras, o holocausto nazi ou o sucesso da TVI. O professor sabe que não está doente. O médico sabe que ele não está doente. O presidente do executivo sabe que ele não está doente. O director regional sabe que ele não está doente. O Ministério da Educação sabe que ele não está doente. O próprio legislador, que manda a um professor que fica preso no elevador apresentar um atestado médico, também sabe que o professor não está doente. Ora, num país em que isto acontece, para além do despertador que não toca, do elevador parado e da camisa vomitada, é o próprio país que está doente. Um país assim, onde a mentira é legislada, só pode mesmo ser um país doente. Vamos lá ver, a mentira em si não é patológica. Até pode ser racional, útil e eficaz em certas ocasiões. O que já será patológico é o desejo que temos de sermos enganados ou a capacidade para fingirmos que a mentira é verdade. Lá nesse aspecto somos um bom exemplo do que dizia Goebbels: uma mentira várias vezes repetida transforma-se numa verdade. Já Aristóteles percebia uma coisa muito engraçada: quando vamos ao teatro, vamos com o desejo e uma predisposição para sermos enganados. Mas isso é normal. Sabemos bem, depois de termos chorado baba e ranho a ver o "ET", que este é um boneco e que temos de poupar a baba e o ranho para outras ocasiões. O problema é que em Portugal a ficção se confunde com a realidade. Portugal é ele próprio uma produção fictícia, provavelmente mesmo desde D.Afonso Henriques, que Deus me perdoe. A começar pela política. Os nossos políticos são descaradamente mentirosos. Só que ninguém leva a mal porque já estamos habituados. Aliás, em Portugal é-se penalizado por falar verdade, mesmo que seja por boas razões, o que significa que em Portugal não há boas razões para falar verdade. Se eu, num ambiente formal, disser a uma pessoa que tem uma nódoa na camisa, ela irá levar a mal. Fica ofendida se eu digo isso é para a ajudar, para que possa disfarçar a nódoa e não fazer má figura. Mas ela fica zangada comigo só porque eu vi a nódoa, sabe que eu sei que tem a nódoa e porque assumi perante ela que sei que tem a nódoa e que sei que ela sabe que eu sei. Nós, portugueses, adoramos viver enganados, iludidos e achamos normal que assim seja. Por exemplo, lemos revistas sociais e ficamos derretidos (não falo do cérebro, mas de um plano emocional) ao vermos casais felicíssimos e com vidas de sonho. Pronto, sabemos que aquilo é tudo mentira, que muitos deles divorciam-se ao fim de três meses e que outros vivem um alcoolismo disfarçado. Mas adoramos fingir que aquilo é tudo verdade. Somos pobres, mas vivemos como os alemães e os franceses. Somos ignorantes e culturalmente miseráveis, mas somos doutores e engenheiros. Fazemos malabarismos e contorcionismos financeiros, mas vamos passar férias a Fortaleza. Fazemos estádios caríssimos para dois ou três jogos em 15 dias, temos auto-estradas modernas e europeias, mas para ver passar, a seu lado, entulho, lixo, mato por limpar, eucaliptos, floresta queimada, barracões com chapas de zinco, casas horríveis e fábricas desactivadas.
Portugal mente compulsivamente. Mente perante si próprio e mente perante o mundo. Claro que não é um professor que falta à vigilância de um exame por ficar preso no elevador que precisa de um atestado médico. É Portugal que precisa, antes que comece a vomitar sobre si próprio.

sábado, outubro 14, 2006

Melhor que o Luís de Matos :)

Porque rir é o melhor remédio não resisti a partilhar este vídeo com vocês, fica aqui o espectáculo de uma mulher muito melhor que o Luís de Matos. hehehe!!!


Vejam até ao fim e com som, vale a pena :)

sexta-feira, outubro 13, 2006

Sogrices...

Fui fazer body step. Quando o pai não está em casa, deixo o Alexandre com a minha sogra. Hoje foi um desses dias. Voltei, preparei o jantar e lá fui eu buscar o Alexandre.
Toco à campainha, subo, sou recebida com um lindo sorriso do meu filho que me pede logo colo e me abraça. Depois prontamente acena com uma mão um xau para a avó e estende a outra para lhe fazer uma festa na cara.

Sogra: tu agora tens que ir com a mamã está bem? Não te posso pegar ao colo, vá lá..., vai com a mamã sim? pronto... amanhã vou-te buscar novamente está bem? mas agora tens que ir com ela...

Eu engoli em seco e nem respondi... ele há cada uma...


Adenda: Será que a sexta-feira 13 lhe avariou algum fusível? É que parecia uma amiga minha a deixar a filha no infantário quando ela não quer ficar....

Mais do que o Euromilhões....

... queria mesmo era que chegasse algo por que já espero há 3 semanas...
O que me causa mais ansiedade nisto de esperar é a dúvida se terei resposta para todas as questões que tenho...



Protect Me from What I Want
By Placebo
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Um bom fim de semana... e para quem jogou no Euromilhões desejo muita sorte :)

quinta-feira, outubro 12, 2006

(...)

Tenho constatado que ultimamente o Alexandre só quer calçar um determinado par de sapatos (tatato em alexandrês) e se tento calçar-lhe qualquer um dos outros ele levanta um dos pezitos, olha para mim ou para o pai e começa a gritar " ai ai ai ai ai ai ai" só se cala quando lhos tiramos dos pés :) Se a esta idade já escolhe o sapatito que quer calçar imaginem daqui a uns tempos com a roupita... vai ser lindo vai hehehe!!!

Outra coisa engraçada nisto dos sapatos é que quer ser ele a calça-los e às vezes até faz birra e dobra o pé quando lhos calço numa tentativa de eu não lhos conseguir calçar :) já tem um feitiozinho...

Tenho que ir.... tinha deixado o Alexandre a dormir na minha cama mas de repente comecei a ouvir uns pezinhos de lã e quando olhei cá estava ele à porta do escritório... vamos brincar os dois com o novo descapotável que lhe comprei na loja Imaginarium ontem :)